Hérnia umbilical · Salvador

Uma hérnia pequena também merece avaliação cuidadosa.

O tamanho visível nem sempre revela todo o defeito. Sintomas, diástase associada, composição corporal e rotina orientam o planejamento.

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Dr. Gustavo Duran durante avaliação no consultório

Conteúdo médico

Informação para uma decisão bem orientada

Revisado por Dr. Gustavo Duran
Cirurgião geral · CRM-BA 17.846 · RQE 11.532

O que caracteriza a hérnia umbilical?

É um defeito na parede abdominal localizado no umbigo. Pode causar abaulamento, desconforto aos esforços ou dor, embora algumas pessoas apresentem poucos sintomas.

Por que avaliar a diástase?

A separação dos músculos retos pode coexistir com a hérnia. Reconhecer essa associação ajuda a definir se o tratamento deve se limitar ao defeito umbilical ou considerar uma reconstrução mais ampla da linha média.

Planejamento personalizado

A técnica é escolhida depois do exame clínico e da análise dos fatores de risco. O objetivo é obter uma correção segura, compatível com a anatomia e com as necessidades do paciente.

Dúvidas frequentes

Perguntas sobre o tratamento

Toda hérnia umbilical precisa de tela?

A necessidade de tela depende do tamanho do defeito, das características dos tecidos e dos fatores de risco para recidiva. A decisão é individualizada.

Hérnia umbilical e diástase podem ocorrer juntas?

Sim. A diástase pode coexistir com a hérnia umbilical e influenciar o planejamento, principalmente quando há queixa funcional ou alteração mais ampla da linha média.

É possível operar por técnica minimamente invasiva?

Em casos selecionados, sim. O acesso depende da anatomia, do tamanho do defeito, da composição corporal, da presença de diástase e dos objetivos do tratamento.

Avaliação individualizada

O tratamento começa por compreender a sua hérnia e a sua rotina.

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